15-06-2005 - Ano do Brasil na França


Números de Catálogo:
RHM C2613 a C2618
Yvert 2912 a 2917
Michel 3408 a 3413
DETALHES TÉCNICOS
Edital n. 7
Artes: Alan Magalhães / Camila HotV Bárbara Duarte Luiz Santos / Severiano Porto.
Fotos: Paulo Pereira da Silva e Severiano Porto Colaboração: Grupo Corpo Companhia de Dança Processo de Impressão: Ofsete
Folha: 30 selos
Papel: Cuchê gomado
Valor facial: R$O,80 cada selo
Tiragem: 1.800.000 selos
Picotagem: 11,5X 12
Área de desenho: 35 mm X 25 mm
Dimensões do selo: 40 mm X 30 mm
Data de emissão: 151612005
Locais de lançamento: Paris-França / Brasilia-DF/Manaus-AM/Belém-PA/Recife-PE
Peça Postal: 6 Cartões-postais
Tiragem: 3.000 de cada cartão
Impressão: Casa da Moeda do Brasil
Versão: Assessoria de Relações Internacionais/ECT
SOBRE OS SELOS
Cada selo da sextilha divulga um ícone da cultura brasileira: o da literatura de cordel tem como fundo o mar e uma jangada e os folhetos pendurados em barbantes, como são expostos para venda em feiras, mercados, praças, etc; o da cultura indígena apresenta a dança da festa do Umbu, típica dos fndios Pankararu, situados no Estado de Pernambuco, que dançam com traje típico; o da gastronomia apresenta pratos típicos da região norte do Brasil - Pato no Tucupi, em que o pato é servido com o tucupi, caldo amarelo produzido da mandioca, cujo preparo é inspirado na tradição indígena, e uma tigela de açaí, líquido extraído de uma das palmeiras mais típicas do Estado do Pará; o selo da Dança Contemporânea focaliza um casal de dançarinos, demonstrando a multiplicidade e a liberdade para criar um estilo próprio; o da música divulga o Choro, gênero musical que surgiu no Rio de Janeiro, no final do século XIX, sendo representado no selo pela paisagem do Morro da Urca e o Pão de Açúcar, e, em primeiro plano, apresenta um grupo de músicos interpretando, em espaço público, um repertório de músicas populares; o último selo apresenta o Estádio Vivaldo Lima, da cidade de Manaus/AM, projetado pelo arquiteto Severiano Mário Porto, cujo trabalho é pertinente à realidade local, incorporando materiais e técnicas regionais, respeitando as condições ambientais e geográficas da região, dentro de um estilo que se consagrou como "Arquitetura Amazônica".